ILUMINAÇÃO, NADA MAIS NATURAL!

“Sustentabilidade” se tornou uma das expressões mais usadas na atualidade. Cidade sustentável, desenvolvimento sustentável, economia sustentável, crescimento sustentável, ambiente sustentável, tudo e todos os aspectos da vida buscam a sustentabilidade.  A ideia que está presente é a de preservação do planeta no atendimento das necessidades humanas e em seu desenvolvimento e expansão. Criou-se assim o chamado tripé da sustentabilidade, são aspectos da vida que devem ser vistos de forma integrada: Ambiental, Social e Econômico, demonstrada no diagrama ao lado e amplamente divulgado.

 

Nas edificações, moradias, estabelecimentos comerciais, corporativos, industriais, serviços, e tantos outros, a aplicação destes princípios de sustentabilidade objetivam o aproveitamento dos recursos climáticos naturais como equilíbrio no consumo de fontes artificiais. Alguns exemplos: reaproveitamento das águas pluviais, utilização de vegetação no entorno, aquecimento solar, energia solar e dentre outros a iluminação natural.

 

O que se pretende é diminuir o impacto ambiental com a preservação da energia elétrica, menor consumo e menos desperdícios. No passado, quando esta energia era pouco disponível e de alto custo, as edificações tinham, a luz natural, como a mais importante fonte de iluminação diurna de seus ambientes internos.

 

Hoje, são tantos os recursos lumínicos artificiais, com seus efeitos espetaculares e personalizados que somados aos efeitos indesejáveis da iluminação natural, excesso de luminosidade, calor ou frio, têm sido utilizados como melhor opção.

 

Mas é um engano, os ambientes precisam da iluminação natural inclusive no aspecto de higienização promovida pelos raios solares, com seus efeitos germicidas. Seus benefícios são maiores que seus incômodos, que podem ser atenuados com elementos de sombreamento externos ou até mesmo com o uso de cortinas. Tudo é uma questão de projetos bem elaborados na busca da sustentabilidade.

 

A iluminação natural deve ser projetada com uso de técnicas que identifiquem seu desempenho no interior do ambiente, desde o posicionamento e dimensões das aberturas em função da orientação solar, da ventilação adequada, até sua interferência na funcionalidade do espaço, no conforto térmico e visual, no controle do uso da energia elétrica e seus sistemas automatizados através de sensores.

 

O vídeo, a seguir, complementa o que foi exposto neste post.

 

  • Share post

Arquiteta e professora de Desenho Arquitetônico na Faculdade Tecnológica INAP de Design de Interiores. Larga experiência no mercado de trabalho com diversos projetos arquitetônicos edificados em BH. Pratica a docência com prazer e dedicação e tem ampliado sua abrangência de conteúdos no EAD - Ensino a Distancia - nas disciplinas de Conforto ambiental, Núcleo de Projeto e outras.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *